O papel dos alimentos ultraprocessados na obesidade

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O papel dos alimentos ultraprocessados na obesidade

Desde a década de 80, os produtos ultraprocessados, que foram alterados desde a sua extração da natureza, apresentam participação crescente na dieta brasileira.

Desde a década de 80, os produtos ultraprocessados, que foram alterados desde a sua extração da natureza, apresentam participação crescente na dieta brasileira. Esses alimentos são feitos, em sua maioria ou totalmente, a partir de ingredientes e aditivos artificiais, contendo pouco ou nenhum alimento integral, como é o caso dos refrigerantes, do macarrão instantâneo e dos salgadinhos.

Nos últimos anos, infelizmente, houve um aumento considerável do consumo desses alimentos, que são pobres em valores nutricionais e contêm diversos ingredientes que são potencialmente cancerígenos e elevam o peso corporal.

Estudos apontam que o consumo desses alimentos está diretamente ligado ao ganho de peso por conterem altas quantidades de açúcar, sal e gorduras saturadas e trans, além de terem baixos teores em proteínas, fibras, vitaminas e minerais. É um perfil nutritivo conhecido por aumentar os riscos de doenças crônicas, como diabetes hipertensão.

A dieta ideal engloba alimentos naturais, extraídos diretamente do meio ambiente, e menos consumo de “código de barras”. A obesidade é fator de risco para inúmeras doenças, como as cardiovasculares, problemas articulares, câncer, apneia do sono, esteatose hepática, além de problemas físicos como artrose, pedra na vesícula, artrite, cansaço e refluxo esofágico.

Evite esses alimentos!

Fonte: Medical Site

Júlio Sérgio Lara Resende

Cirurgia do Aparelho Digestivo

Cirurgião geral com ampla experiência em procedimentos de alta complexidade, atuando há mais de 20 anos em importantes instituições hospitalares de Belo Horizonte.

MG 37043

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