Dia Nacional de Combate ao Colesterol - Controlando os fatores de risco para evitar o excesso de colesterol

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Dia Nacional de Combate ao Colesterol - Controlando os fatores de risco para evitar o excesso de colesterol

O Dia Nacional de Combate ao Colesterol, comemorado anualmente em 8 de agosto, é uma forma de conscientizar e prevenir a população para doenças cardiovasculares por meio de campanhas educativas. Quando o colesterol está alto, como se diz popularmente, tor

O Dia Nacional de Combate ao Colesterol, comemorado anualmente em 8 de agosto, é uma forma de conscientizar a população acerca da importância do controle do colesterol para evitar doenças cardiovasculares. Quando o colesterol está alto, como se diz popularmente, torna-se um fator de risco cujas consequências podem ser gravíssimas, como um ataque cardíaco (infarto) ou um acidente vascular cerebral (AVC).

Essas consequências têm um histórico: o excesso de colesterol pode levar à complicações como a aterosclerose - um acúmulo de placas de gorduras nas artérias que impede a passagem do sangue, sendo uma das principais causas para problemas cardíacos. Em adultos, geralmente esse quadro está associado à obesidade, a uma alimentação inadequada e ao sedentarismo. Mas a predisposição genética também pode determinar um colesterol alto, mesmo em pessoas de hábitos saudáveis.

Para manter o colesterol controlado, prevenção é a palavra-chave. Fazer exames regulares, adotar uma alimentação balanceada (rica em fibras e pobre em gorduras) e praticar exercícios físicos faz parte desses cuidados, bem como evitar o surgimento dos principais fatores de risco: diabetes, hipertensão, consumo exagerado de bebida alcoólica e tabagismo. Já o controle e o tratamento do colesterol alto envolvem, além da prescrição medicamentosa, mudanças no estilo de vida.

A alimentação cardioprotetora pode e deve ser feita por qualquer pessoa, mas é indicada especialmente para indivíduos com: excesso de peso ou obesidade; pressão alta; diabetes; colesterol e triglicérides alto; histórico de infarto e cirurgia do coração (pontes safena ou mamária); histórico de derrame cerebral (AVC).

O diagnóstico para o risco cardiovascular provocado pelos altos níveis de colesterol pode ser feito por um médico cardiologista e/ou endocrinologista, que avaliam além dos valores de colesterol e frações, a predisposição genética, a história familiar e todos os fatores de risco associados para definir a conduta.

Fonte: Medical Site

Júlio Sérgio Lara Resende

Cirurgia do Aparelho Digestivo

Cirurgião geral com ampla experiência em procedimentos de alta complexidade, atuando há mais de 20 anos em importantes instituições hospitalares de Belo Horizonte.

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